O meu, eu não sei aonde foi.
Falta menos de uma hora para a segunda-feira. Na sexta eu tinha planejado fazer tanta coisa. Escrever posts, escrever um post que estou devendo para outro blog, baixar as fotos da pequena viagem que fiz há um mês, cozinhar, fazer compras no supermercado, jantar com namorado, sair com amigos, fazer coisas para a tese do mestrado, lavar a louça, fazer meu trabalho extra pra ganhar um dindim, dar um jeito na casa.
Não fiz nem metade. Mestrado? Esquece. Amigos? Nada. A montanha de louça tá lá na pia me esperando. Nem lavar o cabelo eu lavei ainda. Supermercado, menos namorado do que eu gostaria, trabalho e olhe lá.
Parte da culpa disso é desse bico que estou fazendo, que ocupa muito do meu tempo. Talvez o fato de eu não conseguir acordar muito cedo também ajude. Nem posso dizer que procrastinei, dei pequenas descansadinhas de minutos.
Tudo isso é apenas para dizer o seguinte: que bosta, viu!! Vou fazer uma campanha por fins de semana de 4 dias sempre, não só em feriado!
domingo, 3 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Decálogo da maturidade
Aqui onde eu moro tem uma revista muito da bonitinha chamada Sophia. Acho que o público target dela é de mulheres acima de 40 anos, talvez um pouco menos ou um pouco mais, mas mesmo estando longe disso (por enquanto) eu curto os temas abordados. Tem uma ou outra coisa que não me convence muito, mas em geral tem ótimas matérias e entrevistas.
A introdução foi só pra dizer que estava relendo a de abrilno banheiro e achei muito interessante o "decálogo da maturidade" feito por um psicólogo. Quis compartilhar com vocês. A tradução é minha:
1 - Quando não há mais de quem se queixar ou a quem culpar nas coisas pessoais, começa a maturidade.
2- Quando se aprende a tornar cada conflito ou cada frustração em um desafio, começa a maturidade.
3 - Quando aceitamos não nos fazer essas perguntas que não têm resposta, começa a maturidade.
4 - Quando descobrimos que nas relações humanas a benevolência vem antes da verdade, começa a maturidade.
5 - Quando aprendemos a não fazer uma dor virar "toda a dor", começa a maturidade.
6- Quando nos convencemos de que a realidade não se parece ao nosso desejo, começa a maturidade.
7 - Quando começamos a saber que tudo leva tempo e esforço, começa a maturidade.
8 - Quando já não duvidamos de que cada noite tem seu amanhecer, e de que o mundo é uma tarefa, começa a maturidade.
9 - Quando deixamos de viver como se fôssemos o centro do mundo, começa a maturidade.
10 - Quando assumimos com todas as suas consequências a experiência de ser criaturas, é sinal de que amadurecemos.
Acho que ajuda no balanço dos (quase) (mais de) 30, não?
A introdução foi só pra dizer que estava relendo a de abril
1 - Quando não há mais de quem se queixar ou a quem culpar nas coisas pessoais, começa a maturidade.
2- Quando se aprende a tornar cada conflito ou cada frustração em um desafio, começa a maturidade.
3 - Quando aceitamos não nos fazer essas perguntas que não têm resposta, começa a maturidade.
4 - Quando descobrimos que nas relações humanas a benevolência vem antes da verdade, começa a maturidade.
5 - Quando aprendemos a não fazer uma dor virar "toda a dor", começa a maturidade.
6- Quando nos convencemos de que a realidade não se parece ao nosso desejo, começa a maturidade.
7 - Quando começamos a saber que tudo leva tempo e esforço, começa a maturidade.
8 - Quando já não duvidamos de que cada noite tem seu amanhecer, e de que o mundo é uma tarefa, começa a maturidade.
9 - Quando deixamos de viver como se fôssemos o centro do mundo, começa a maturidade.
10 - Quando assumimos com todas as suas consequências a experiência de ser criaturas, é sinal de que amadurecemos.
Acho que ajuda no balanço dos (
domingo, 27 de maio de 2012
Insiste em zero a zero, eu quero um a um
Escrevo este post porque tenho visto vários casos semelhantes em pouco tempo.
Eles se amam. Se dão bem, não há grandes discórdias nem brigas homéricas. Têm planos para o futuro, boa química. Têm um relacionamento sério, estável, moram juntos ou são formalmente casados. Parece que tudo é harmonia entre eles, que cada um encontrou sua famigerada metade da laranja e que serão felizes para sempre.
Aí um deles um belo dia simplesmente diz "não sei se é isso que eu quero". Diz que está em crise, não-é-você-sou-eu, e foge, deixando o outro desnorteado, sem eira nem beira, sem entender direito o que aconteceu. A relação sofre um infarto. Pior que, em geral, ela não morre de vez. Fica lá agonizando, entre indecisões, idas e voltas, não fode mas não sai de cima, não caga mas não desocupa a moita.
Sim, porque o "que deixou" não deixa o "deixado" em paz. Mantém contato, dá aquela cozinhada, tenta de alguma maneira impedir ou dificultar que o outro arranje outro. São e-mails, jantares, conversas, olha não sei, é um momento meu, eu te amo mas. E é um "mas" que nem eles mesmo sabem definir, mas está lá, pelo menos na cabeça deles. Isso é o mais bizarro de tudo.
Outro dia com amigos estava tentando entender isso. Falamos e conjecturamos. Será uma auto-sabotagem do "que deixa", puro medo de ser feliz? Será que não há amor suficiente, afinal o que todo mundo quer é estar junto de quem ama?
Não chegamos a nenhuma conclusão plausível. Talvez um psicólogo ou psiquiatra possa fazer isso. Mas o que eu digo é: como nego complica o que é fácil, né? Se você gosta da pessoa, a pessoa de você, se vivem bem, se são felizes, qual o problema? Por que correr o risco de perder isso? Por que arranjar problema onde não tem? Vamos ficar juntos e ser feliz, minha gente!
Eles se amam. Se dão bem, não há grandes discórdias nem brigas homéricas. Têm planos para o futuro, boa química. Têm um relacionamento sério, estável, moram juntos ou são formalmente casados. Parece que tudo é harmonia entre eles, que cada um encontrou sua famigerada metade da laranja e que serão felizes para sempre.
Aí um deles um belo dia simplesmente diz "não sei se é isso que eu quero". Diz que está em crise, não-é-você-sou-eu, e foge, deixando o outro desnorteado, sem eira nem beira, sem entender direito o que aconteceu. A relação sofre um infarto. Pior que, em geral, ela não morre de vez. Fica lá agonizando, entre indecisões, idas e voltas, não fode mas não sai de cima, não caga mas não desocupa a moita.
Sim, porque o "que deixou" não deixa o "deixado" em paz. Mantém contato, dá aquela cozinhada, tenta de alguma maneira impedir ou dificultar que o outro arranje outro. São e-mails, jantares, conversas, olha não sei, é um momento meu, eu te amo mas. E é um "mas" que nem eles mesmo sabem definir, mas está lá, pelo menos na cabeça deles. Isso é o mais bizarro de tudo.
Outro dia com amigos estava tentando entender isso. Falamos e conjecturamos. Será uma auto-sabotagem do "que deixa", puro medo de ser feliz? Será que não há amor suficiente, afinal o que todo mundo quer é estar junto de quem ama?
Não chegamos a nenhuma conclusão plausível. Talvez um psicólogo ou psiquiatra possa fazer isso. Mas o que eu digo é: como nego complica o que é fácil, né? Se você gosta da pessoa, a pessoa de você, se vivem bem, se são felizes, qual o problema? Por que correr o risco de perder isso? Por que arranjar problema onde não tem? Vamos ficar juntos e ser feliz, minha gente!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Frase do dia
A vida é uma comédia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem. (Horace Walpole, romancista inglês)
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
A busca da atividade física perfeita
Desde o ano passado venho procurando uma atividade física que eu curta fazer, que me faça bem, que me deixe menos ansiosa e que me ajude a emagrecer.
Estava fazendo academia há mais de um ano. Spinning, aerolatino, ás vezes esteira e bicicleta. Quer dizer, contemos nesse tempo os meses que só paguei a academia sem ir, ou que fui uma vez por semana e olhe lá. Sempre há uma desculpa para não ir. Mas mesmo não indo me sentia superbem, afinal é um lindo trabalho de caridade pros donos da enorme rede de academias isso de pagar e não ir. Bom saber que estamos ajudando pessoas, né?
Mas aí o preço da mensalidade aumentou drasticamente e eu resolvi sair do meu trabalho meio sem saber o dia de amanhã, então saí da academia. Neste meio tempo caminhei, ás vezes 3 vezes por semana, ás vezes menos, ás vezes nenhuma. Agora que chegou o friozinho, complicou.
Nas minhas andanças perto do trabalho novo descobri um lugar desses meio alternativos, que tem aula de expressão corporal, danças, teatro, pilates, blá blá blá. Me empolguei e pedir pra fazer uma aula de hip hop.
Puts.
Primeiro que eu entro na sala e tem umas meninas fazendo espacate. Nunca consegui fazer espacate na vida. Nem virar estrela quando era pequena eu sabia. "Fodeu. Isso não é pra você. Não é pra vocêêê". Sendo que o espacate era pra se aquecer pra aula, então imagina o que faziam na aula em si. Não é pra você, Nadja, corra enquanto é tempo. E elas tinham aquela bunda durinha de bailarina. Não é pra você.
Depois o professor entrou, disse que essa aula era um pouco mais avançada na verdade, mas que eu poderia tentar e que em outro dia a aula era um pouco mais tranquila. Perguntei se poderia ficar olhando por enquanto, ele concordou.
Foi a melhor coisa que fiz. Só pra começar a aula e se aquecer neguinho já estava fazendo passos que eu não conseguiria fazer nem aquecida. Nem depois de um ano de treino. Nem depois de dois. Aí eles começaram a praticar a coreografia que vinham ensaiando.
Puts.
Peguei minhas coisinhas, agradeci o professor e fui embora.
Aí falei pra recepcionista que não deu certo e que ia tentar pilates.
Fui hoje lá no pilates. Olha, inicialmente gostei da ideia de fazer exercício deitadinha numa cama e de meia. Se tivesse uma TV passando Friends seria quase o que eu faço toda noite só que com um pouco mais movimento. Bacana.
Mas já me desanimaram no Twitter dizendo que foi só a primeira aula e que depois o bicho pega (valeu, @TiagoLeifert). Vamos ver. De qualquer maneira, deve me ajudar a melhorar minha péssima postura e dar uma modelada no corpitcho, né? Só não sei se emagrece, a professora era meio gorduchita. Espero também melhorar minha flexiblidade, atualmente bem próxima à de um tronco de árvore.
Mas admito que acho bem um saco essa história de ter que se mexer, viu? Tá, a gente se sente melhor, faz bem e tals, a gente fica mais gatinha mais magrinha (triste mas verdadeiro), mas não dava pra ter esses benefícios comendo chocolate e dormindo 12 horas por dia, papai do céu? Hein, hein?
![]() |
| não sou eu e não chego a isso, mas mais uns brigadeiros e... |
Estava fazendo academia há mais de um ano. Spinning, aerolatino, ás vezes esteira e bicicleta. Quer dizer, contemos nesse tempo os meses que só paguei a academia sem ir, ou que fui uma vez por semana e olhe lá. Sempre há uma desculpa para não ir. Mas mesmo não indo me sentia superbem, afinal é um lindo trabalho de caridade pros donos da enorme rede de academias isso de pagar e não ir. Bom saber que estamos ajudando pessoas, né?
Mas aí o preço da mensalidade aumentou drasticamente e eu resolvi sair do meu trabalho meio sem saber o dia de amanhã, então saí da academia. Neste meio tempo caminhei, ás vezes 3 vezes por semana, ás vezes menos, ás vezes nenhuma. Agora que chegou o friozinho, complicou.
Nas minhas andanças perto do trabalho novo descobri um lugar desses meio alternativos, que tem aula de expressão corporal, danças, teatro, pilates, blá blá blá. Me empolguei e pedir pra fazer uma aula de hip hop.
Puts.
Primeiro que eu entro na sala e tem umas meninas fazendo espacate. Nunca consegui fazer espacate na vida. Nem virar estrela quando era pequena eu sabia. "Fodeu. Isso não é pra você. Não é pra vocêêê". Sendo que o espacate era pra se aquecer pra aula, então imagina o que faziam na aula em si. Não é pra você, Nadja, corra enquanto é tempo. E elas tinham aquela bunda durinha de bailarina. Não é pra você.
Depois o professor entrou, disse que essa aula era um pouco mais avançada na verdade, mas que eu poderia tentar e que em outro dia a aula era um pouco mais tranquila. Perguntei se poderia ficar olhando por enquanto, ele concordou.
Foi a melhor coisa que fiz. Só pra começar a aula e se aquecer neguinho já estava fazendo passos que eu não conseguiria fazer nem aquecida. Nem depois de um ano de treino. Nem depois de dois. Aí eles começaram a praticar a coreografia que vinham ensaiando.
Puts.
Peguei minhas coisinhas, agradeci o professor e fui embora.
Aí falei pra recepcionista que não deu certo e que ia tentar pilates.
Fui hoje lá no pilates. Olha, inicialmente gostei da ideia de fazer exercício deitadinha numa cama e de meia. Se tivesse uma TV passando Friends seria quase o que eu faço toda noite só que com um pouco mais movimento. Bacana.
Mas já me desanimaram no Twitter dizendo que foi só a primeira aula e que depois o bicho pega (valeu, @TiagoLeifert). Vamos ver. De qualquer maneira, deve me ajudar a melhorar minha péssima postura e dar uma modelada no corpitcho, né? Só não sei se emagrece, a professora era meio gorduchita. Espero também melhorar minha flexiblidade, atualmente bem próxima à de um tronco de árvore.
Mas admito que acho bem um saco essa história de ter que se mexer, viu? Tá, a gente se sente melhor, faz bem e tals, a gente fica mais gatinha mais magrinha (triste mas verdadeiro), mas não dava pra ter esses benefícios comendo chocolate e dormindo 12 horas por dia, papai do céu? Hein, hein?
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Meninas e mídia
Vi no blog da Luciana Misura o vídeo que estou postando aqui. Ele fala sobre como a mídia que consumimos influi em nós desde cedo e como a mulher é representada nesta mídia. O vídeo é fofo e curtinho, mas tem que estar com o inglês afiadinho:
Ele foi feito pela Miss Representation, organização criada a partir do filme homônimo que faz campanha para "encorajar meninas e mulheres a desafiar os rótulos limitantes da mídia para desenvolver seu real potencial." Achei bem interessante!
terça-feira, 24 de abril de 2012
Não somos só isso
Estou sempre tentando descobrir blogs novos escritos por mulheres. E são muitos os que dizem que tratam do "universo feminino" (não estou falando do blog com este nome, que é este aqui), que dizem abordar "tudo o que as mulheres precisam". Diria até que são a maioria, mas não tenho como comprovar. Aí você vai lá ver do que se trata e é:
Maquiagem creme roupa look do dia tendências sapatos bolsas acessórios tutorial celebridades
E nem são só os blogs, os sites para o publico feminino também são assim. Embora falem de carreira, sexo, etc, a ênfase é sempre nessas coisas.
Meu.
Eu gosto de tudo isso. Adoro maquiagem. Cuido muito da minha pele. Adoro roupa, tinha muita, fiquei um ano sem comprar, continuo com muita. Look do dia, vejo alguns pra me inspirar, e me distrai. Não ligo pra tendências na hora de escolher o que usar mas gosto de saber o que tá rolando. Adoro sapatos. Bolsas, gosto. Acessórios, adoro. Tutorial, não tenho saco. Celebridades, ok, fuço.
Mas esse é o nosso "universo"? Isso é tudo o que a gente "precisa"?
Sei que tem blogs femininos que tratam de outros assuntos. Maternidade, viagens, feminismo, gastronomia. Mas pelo que eu vejo, a maioria é "futilidade" e "consumismo", e aliás se gabam disso (quantas autoras não dizem em suas descrições que são "super consumistas", como se isso fosse superbacana?)
Mulher é um bicho tão complexo, tão cheio de nuances, tão forte... a gente tem mesmo que se resumir a cosméticos, compras, modas, etc etc? Não pode pensar em outras coisas da vida também e ler e escrever sobre isso?
Vai lá e faz blog sobre esmalte e maquiagem, não tem problema. Mas não fale sobre nós mulheres como se fôssemos apenas um monte de desesperadas pelo último esmalte lançado pela Chanel. Nem como se ficar mais bonita fosse nossa única preocupação nessa vida. As "feminices" englobam muito mais do que isso. A gente tem mais o que fazer.
Maquiagem creme roupa look do dia tendências sapatos bolsas acessórios tutorial celebridades
E nem são só os blogs, os sites para o publico feminino também são assim. Embora falem de carreira, sexo, etc, a ênfase é sempre nessas coisas.
Meu.
Eu gosto de tudo isso. Adoro maquiagem. Cuido muito da minha pele. Adoro roupa, tinha muita, fiquei um ano sem comprar, continuo com muita. Look do dia, vejo alguns pra me inspirar, e me distrai. Não ligo pra tendências na hora de escolher o que usar mas gosto de saber o que tá rolando. Adoro sapatos. Bolsas, gosto. Acessórios, adoro. Tutorial, não tenho saco. Celebridades, ok, fuço.
Mas esse é o nosso "universo"? Isso é tudo o que a gente "precisa"?
Sei que tem blogs femininos que tratam de outros assuntos. Maternidade, viagens, feminismo, gastronomia. Mas pelo que eu vejo, a maioria é "futilidade" e "consumismo", e aliás se gabam disso (quantas autoras não dizem em suas descrições que são "super consumistas", como se isso fosse superbacana?)
Mulher é um bicho tão complexo, tão cheio de nuances, tão forte... a gente tem mesmo que se resumir a cosméticos, compras, modas, etc etc? Não pode pensar em outras coisas da vida também e ler e escrever sobre isso?
Vai lá e faz blog sobre esmalte e maquiagem, não tem problema. Mas não fale sobre nós mulheres como se fôssemos apenas um monte de desesperadas pelo último esmalte lançado pela Chanel. Nem como se ficar mais bonita fosse nossa única preocupação nessa vida. As "feminices" englobam muito mais do que isso. A gente tem mais o que fazer.
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